10 filmes de terror pro seu Halloween

Ignoramos o clássico “Halloween”, do John Carpenter, porque né, não trabalhamos com o óbvio.


À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1963)

Feito com 3 reais e cinquenta centavos, tá aqui o primeiro filme de terror brasileiro que recebeu projeção mundo afora. O reconhecimento da fita foi tão expressivo que ainda ganhou uma sequência, “Esta Noite Encarnarei no teu Cadáver” (1967), e ainda imortalizou o personagem-mito Zé do Caixão, criado por José Mojica Marins.


A Noite dos Mortos-Vivos (1968)

Com esse clássico, George Romero potencializou a figura dos zumbis, dando a eles nova roupagem e adicionando uma característica que acompanhou esses seres em todos as produções posteriores: a fome voraz por carne humana mal passada (yumi!)


O Massacre da Serra Elétrica (1974)

Então, você imagina correr uma maratona fugindo de um cara muito louco com uma motosserra comendo nas suas costas. Esse foi o domingo de Sally, a heroína maldita de “O Massacre da Serra Elétrica”, filme dos mais apavorantes já produzidos e que apresentou Leatherface ao mundo. Não é recomendável para quem tem o coração fraco.


O Clube do Suicídio (2001)

Acho que basta uma cena para você sentir e tentar compreender a dimensão de insanidade que é esse horror japonês. Te convido a dar o play. Boa sorte.


Evil Dead - A Morte do Demônio (1981)

Está para ser feito um filme divisor de águas mais tosco e genial que “Evil Dead”. Mesmo com o pé na comédia, o filme não deixa de ser um freakshow sem fim e entregar cenas perturbadoras, como os galhos de árvores estuprando uma garota (!!!) Destaque para Bruce Campbell, o rei da canastrice num show de atuação.

* Disponível no Netflix


O Segredo da Cabana (2012)

Com a premissa mais batida dos filmes de terror – jovens bonitos e saudáveis vão passar um fim de semana em uma casa isolada no campo –, nasce uma das piras mais originais e criativas, capaz de soar ao mesmo tempo uma sátira e uma homenagem ao gênero slasher. Candidato a clássico no futuro, “O Segredo da Cabana” merece ser descoberto.

* Disponível no Netflix


Ring – O Chamado (1997)

Sem querer diminuir o remake americano, “O Chamado” (2003), que é bacaninha, mas o placar fica 7 a 1 pro Japão. “O Chamado” não chega aos pés do medo em estado bruto estimulado por “Ringu”. Aqui não é Samara, é Sadako a garota que escala o poço para matar quem assiste o tal vídeo misterioso. Roteiro brilhante, este é um filme que causa frio na espinha.


Fome Animal (1992)

Antes de ganhar muito dinheiro com os hobbits e senhor dos anéis da vida, Peter Jackson vagava pelo submundo do cinema trasheira na Nova Zelândia, onde – me perdoe a Terra Média – fez os seus melhores filmes. “Fome Animal” talvez seja o maior deles. E para a próxima já sabem: a melhor ferramenta para exterminar zumbis famintos é um cortador de grama com as lâminas bem afiadas.


Ju-On: O Grito (2002)

Macabro até a medula, “Ju-On: O Grito” é um dos títulos que pertencem à excelente safra de filmes de terror japoneses lançados no início dos anos 2000. Da premissa de casa assombrada por algum espírito maligno, este é um dos melhores exemplares.


O Iluminado (1980)

Kubrick e o seu refinado terror psicológico não poderia faltar na lista. Na época de seu lançamento, “O Iluminado” foi injustamente rechaçado pela crítica; hoje, justiça seja feita, é reconhecido como um dos grandes filmes de horror da história.